"Uma garota por todes e todes por uma garota!" - Ridley Jones, a guardiã do museu
Blog destinado a assuntos sobre experiências e vivências trans e não-bináries, e postagens sobre meu universo particular.
Jogo RPG desde a adolescência, ou seja, lá pelo início dos anos 2000. E sempre vi no jogo um potencial maior que a pura e simples diversão, mas obviamente não deixava essa parte de lado, nenhum pouquinho.
O fato é que, sempre que jogava, os narradores abordavam temas abstratos e fantasiosos distantes de nossa realidade, e esses jogos eram bons, mas só serviam para diversão mesmo. No entanto, em meio a esse ambiente fictício percebi que poderia criar personagens elaborados e que trariam maior dramaticidade às histórias.
A lua derrama seu brilho pálido sobre o campo deserto, e as sombras das árvores dançam na terra seca como fantasmas que não encontram repou...